Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

'Temos de aceitar as vaias', lamenta o criticado Michel Bastos

Bastante ofendido pela torcida, meia cobra reação rápida do grupo

Gonçalo Junior, O Estado de S. Paulo

20 de agosto de 2015 | 23h47

Após a segunda derrota seguida no Morumbi, uma pelo Campeonato Brasileiro, para o Goiás e, nesta quinta-feira, diante do Ceará, por 2 a 1, pela Copa do Brasil, os jogadores do São Paulo afirmaram que o time criou oportunidades, mas os erros foram decisivos. Na semana que vem, a equipe vai ter de vencer o rival por dois gols de diferença fora de casa. Ao final da partida, os jogadores foram vaiados e a torcida gritou "time sem vergonha" e "time pipoqueiro" - os únicos xingamentos que podem ser publicados.

'Nós temos de aceitar as vaias e as críticas e tentar reverter dentro de campo. Vamos buscar o resultado para sair dessa situação", disse Michel Bastos, um dos mais criticados pela torcida na noite desta quinta-feira.

Para o meia Ganso, o maior problema foram as finalizações. "O time jogou bem, mas faltou caprichar nas finalizações. A bola não entrou", disse o meia, que também comentou uma discussão com o lateral Carlinhos. "Falei para ele parar de cruzar, porque só tinha o Luiz Eduardo lá. Pedi para tocar a bola, porque precisávamos entrar tocando. Infelizmente não conseguimos o resultado", disse Ganso, um dos mais criticados pela torcida.

Para o meia Wesley, que entrou no segundo tempo no lugar de Reinaldo, afirma que foi difícil correr atrás dos resultados. "Tomar dois gols e correr atrás do resultado é complicado", disse o meia. 

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