JF Diório/AE
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'Temos de provar que Palmeiras é time grande', diz João Vitor

Time não depende apenas de si para ficar entre os 4 primeiros, mas atleta não vê motivo para crise

AE, Agência Estado

12 de abril de 2012 | 14h00

SÃO PAULO - O volante João Vitor afirmou nesta quinta-feira que o Palmeiras precisa "provar" que é um time grande nesta reta final do Campeonato Paulista e deixar para trás os últimos resultados ruins que amargou na competição. Derrotado por 3 a 1 pelo Guarani no último domingo, em Campinas, o time já não depende mais apenas de si para se classificar às quartas de final como um dos quatro primeiros colocados da primeira fase. Entretanto, o atleta não vê motivo para desespero ou qualquer princípio de crise no elenco palmeirense.

"A situação está sob controle. Vínhamos jogando bem e não contávamos com essas três derrotas (nos últimos quatro jogos do Paulista), mas estamos atentos. O sinal de alerta não está ligado agora, mas sim desde o início da temporada. Vai chegar à fase final e a gente sabe o quanto o Palmeiras precisa de títulos. Temos de ter a atenção redobrada, pois nosso pensamento é chegar à decisão e brigar pelo título", afirmou João Vitor, em entrevista ao site oficial do clube do Palestra Itália.

O jogador ainda ressaltou que o fato de a equipe correr o risco de não ter vantagem de atuar em casa nas quartas de final do Paulistão fica em segundo plano neste momento. O atleta enfatizou que o mais importante agora é conseguir derrotar o Comercial no próximo domingo, às 16 horas, no Pacaembu, na rodada derradeira da primeira fase.

"Não importa o adversário, a meta é terminar essa fase com vitória. Vamos respeitar todos, mas precisamos provar que o Palmeiras é grande. Não temos que ficar escolhendo com quem jogar, nem o local da partida. Queremos muito esses três pontos no domingo e depois ver qual será o nosso adversário", completou.

João Vitor ainda foi além ao dizer que espera poder brilhar com a camisa palmeirense e escrever um novo capítulo de sua história no clube, depois de no ano passado ter sido agredido por torcedores em uma confusão na porta do Palestra Itália e ido parar em um hospital.

"Fico feliz de ir bem. Ganhei a confiança do grupo e o Felipão me dá muita moral. Espero manter esse ritmo sempre. Sei do meu potencial e posso dar ainda mais do que isso. Fiquei no Palmeiras pois todos sonham em jogar aqui. Encarei minha permanência como um desafio e não quero ser apenas mais um. Espero dar muito mais alegrias para a torcida com a conquista de títulos", projetou.

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