Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Tempestade adia semifinal da Copinha entre Internacional e São Paulo

Jogo, que estava empatado por 1 a 1, será retomado nesta terça-feira, às 15h, em Barueri

Estadão Conteúdo

22 Janeiro 2018 | 22h38

Após duas paralisações por queda de energia e pela forte chuva que atingiu a cidade de Barueri (SP), a partida entre São Paulo e Internacional, válida pela semifinal da Copa São Paulo de Futebol Júnior, foi adiada para esta terça-feira, às 15 horas, na mesma Arena Barueri. O resultado marcava empate por 1 a 1 e 19 minutos de bola rolando no segundo tempo.

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Em tese serão disputados 26 minutos, mais os acréscimos. Se o empate permanecer, a definição irá para a cobrança de pênaltis. O Flamengo, que eliminou a Portuguesa na outra semifinal, já está garantido na decisão marcada para esta quinta-feira, no estádio do Pacaembu, em São Paulo.

O jogo foi muito movimentado com um leve domínio do São Paulo, que abriu o placar com Luan, em um belo chute de fora da área, logo aos 33 segundos do primeiro tempo. A chuva começou a cair de forma torrencial na segunda etapa, mas mesmo assim o árbitro paulista Thiago Luis Scarascati optou por dar continuidade na partida.

O Internacional se aproveitou do gramado encharcado e empatou com Richard, após Luiz Felipe ser derrubado dentro da área e o árbitro marcar pênalti. Antes da cobrança, houve a primeira paralisação com a queda de energia na arena.

Depois do gol do Internacional, raios começaram a cair com mais intensidade nos arredores da Arena Barueri, o que fizeram com que o árbitro paralisasse novamente o duelo e remarcasse para esta terça-feira.

A decisão gerou revolta por parte da delegação do Internacional, que queria que o jogo seguisse. O coordenador da base do clube, Diego Cabrera, falou: "Já jogamos em condições piores. Agora que não tem raio o jogo termina. O delegado disse que recebeu um telefonema da Federação Paulista para ter o jogo. Nós vamos seguir o determinado, mas não concordamos".

Já o São Paulo apoiou o adiamento, através do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e do coordenador da base Pedro Smania, que falou: "Não vejo benefício nenhum. Também queremos jogar, mas precisamos pensar na integridade física dos atletas, que vêm em primeiro lugar. Concordo que não deveríamos ter voltado para o segundo tempo, mas a decisão foi essa".

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