Teto salarial emperra contratações do Mogi

O Mogi Mirim vai mal no Campeonato Brasileiro da Série B. A saída é contratar, mas isso esbarra na rigidez do presidente do clube, Wilson Fernandes de Barros, que estipulou em apenas R$ 3 mil o teto salarial. O valor é considerado é muito baixo para o nível da segunda divisão nacional.Penúltimo colocado, com apenas um ponto em cinco jogos, o Mogi Mirim está em estado de alerta. Diretoria e comissão técnica continuam com reuniões sucessivas para encontrar uma saída, que não deve fugir da necessidade de buscar reforços.O técnico Ademir Fonseca também já expôs à diretoria que o elenco é reduzido e precisa de mais qualidade. Apesar de seu esforço para motivar os jogadores, o time perdeu duas vezes sob seu comando: 3 a 1 para o Paulista, em Jundiaí, e 2 a 1 para o Joinville, terça-feira, em Santa Catarina.O próximo jogo do Mogi será dia 28 de maio, em casa, diante do Remo.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.