Tevez x Mulheres deve acabar em pizza

A briga das mulheres com Tevez deve acabar em pizza. A advogada Maria Elisa Munhol, presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB de São Paulo, procurou manter, nesta quarta-feira, a instituição ao largo da discussão. ?Se alguém quiser brigar judicialmente com ele, tem de ser as bandeirinhas. Nós da OAB não podemos fazer isso?. A dirigente procurou minimizar a importância da reunião realizada na última terça pela comissão que preside. ?Nós apenas quisemos nos manifestar contra as frases discriminatórias de Tevez. Nós as repudiamos e não podemos ficar silentes (caladas) em um caso de discriminação às mulheres. Perante à lei, são todos iguais?. Segundo Maria Elisa, a reunião da comissão não tinha intenção de prejudicar o jogador. ?Era apenas para não ficarmos silentes diante de um caso desses. Precisamos nos manifestar para que isso não aconteça mais. Hoje em dia, as mulheres podem exercer todas as profissões como um homem. Volto a dizer: se elas estavam no jogo é porque tinham capacitação; conhecem as regras e têm capacidade física para arbitrar?. A bandeirinha Ana Paula Oliveira já disse que não entrará na Justiça contra o corintiano. Tevez, por sua vez, tentou se retratar, nesta quarta, a uma rádio argentina. ?É mais fácil discutir com homem, já que se fala em outros termos. Não tenho problemas com mulheres apitando.? E concluiu: ?Estou bem em São Paulo, vivendo com minha filha e minha companheira?.

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