César Greco/Divulgação
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Thiago Santos mantém esperança de ver o Palmeiras no G4

Volante acha que time está fora da briga se perder do Atlético-PR

DANIEL BATISTA, O Estado de S.Paulo

12 Novembro 2015 | 17h12

Os jogadores e até o técnico do Palmeiras, Marcelo Oliveira, falaram antes do jogo com o Vasco que a partida seria decisiva e uma derrota tiraria o time da briga por uma vaga no G4 do Campeonato Brasileiro. Mas os resultados do final de semana fizeram com que o volante Thiago Santos ainda acreditasse que o time consiga surpreender e ficar entre os quatro primeiros da competição.

"Está mais difícil, mas vamos brigar. O Brasileiro é muito disputado e se ganharmos duas e os times de cima perderem, a gente está na briga", analisou o volante. Com os resultados da rodada, o Palmeiras ficou com 48 pontos e ocupa a nona colocação, com seis pontos atrás do Santos, quarto colocado.

Thiago Santos acredita que a posição na tabela não reflete exatamente a qualidade do elenco do Palmeiras. "Tivemos uma sequência de vitórias no início do trabalho do Marcelo Oliveira e temos o mais rápido possível que voltar a ganhar, mas acredito que no próximo jogo isso vai acabar. Uma equipe como o Palmeiras não pode estar em nono no Campeonato".

O volante admite que joga a toalha apenas se o Palmeiras não conseguir derrotar o Atlético-PR, quinta-feira, na Arena da Baixada. "Aí sim, porque até o Atlético passa a gente", explicou o jogador, que não poderá disputar a decisão da Copa do Brasil por já ter atuado pelo Coritiba na competição.

O elenco do Palmeiras viaja na noite desta quarta-feira para Atibaia, onde ficará concentrado até terça-feira para o jogo diante dos paranaenses. Thiago acredita que o período junto com os companheiros será importante para o grupo se unir ainda mais nesta reta final de temporada.

"Não é castigo. Acho bom todos entenderem que faltam 20 e poucos dias para acabar o ano e temos uma final pela frente. É importante nos fecharmos. Na outra vez que o time foi para Atibaia, deu certo", lembrou o jogador, se referindo ao período que o time ficou concentrado quando Marcelo Oliveira chegou.

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