Eraldo Peres/AP
Eraldo Peres/AP

Thiago Silva prevê jogo mais difícil que final olímpica

Mexicanos venceram o Brasil na final dos Jogos de Londres, ano passado

LEANDRO SILVEIRA, Agência Estado

16 de junho de 2013 | 14h00

BRASÍLIA - Próximo adversário da seleção brasileira na Copa das Confederações, em jogo marcado para quarta-feira, no Castelão, em Fortaleza, o México foi o responsável pelo último trauma da equipe do Brasil, ao vencê-la na decisão do torneio de futebol masculino dos Jogos de Londres, no ano passado, adiando mais uma vez o sonho de conquista da até agora inédita medalha de ouro olímpica. A derrota por 2 a 1 naquela final no Estádio de Wembley ainda está na memória do zagueiro Thiago Silva, que prevê um duelo ainda mais difícil agora, mas descarta o sentimento de vingança.

"O México é sempre complicado, uma seleção que nos dificulta muito. Aquele resultado ainda está engasgado. Mas não vou jogar pensando em uma revanche, mas como mais uma partida importante. Vai ser mais difícil do que a final olímpica, porque essa equipe deles é mais experiente", disse Thiago Silva, um dos três jogadores acima do limite de idade que defendeu o Brasil na Olimpíada de Londres, quando a seleção ainda tinha Mano Menezes como técnico.

Não foi só nos Jogos de Londres que o México complicou o Brasil recentemente. No último amistoso entre os dois, em junho de 2012, a seleção brasileira, que estava em preparação para a Olimpíada, perdeu para o time principal mexicano por 2 a 0. Thiago Silva reconheceu que o futebol brasileiro tem sofrido com o México, mas acredita em uma equipe mais confiante após as recentes vitórias sobre França, em amistoso, e Japão, na abertura da Copa das Confederações, ambas por 3 a 0.

O zagueiro, porém, não encontrou uma razão única para explicar a dificuldade do Brasil diante do México. "É difícil analisar, depende muito dos jogadores em campo, da formação nossa e da deles. Mas nós podemos nos enquadrar na forma como eles jogam, e já nos falamos sobre isso. Contra o México, sempre tivemos dificuldades para encontrar espaços. Mas, com a confiança, a nossa movimentação melhorou muito nos últimos jogos", comentou o capitão da seleção brasileira.

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