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Thomaz Jannuzzi/Grêmio Novorizontino
Thomaz Jannuzzi/Grêmio Novorizontino

Times do interior paulista que foram ao mata-mata colhem frutos do planejamento

Equipes desafiam o poderio dos gigantes de São Paulo nas quartas de final

Ciro Campos e Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

17 de março de 2018 | 07h00

Novorizontino, Botafogo-SP, Bragantino e São Caetano são os candidatos a zebra nas quartas de final do Campeonato Paulista. Os azarões têm perfis parecidos e construíram a campanha graças a um planejamento elaborado cuidadosamente.

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O Novorizontino, por exemplo, decidiu alterar o perfil do elenco. "Precisávamos de jogadores mais jovens para suportar a carga de partidas, já que o calendário está mais apertado por causa da Copa", afirmou o presidente do clube, Genilson da Rocha Santos. O técnico Doriva tem à disposição oito atletas com menos de 20 anos.

A eficiência dos projetos também alavancou às quartas de final os dois times promovidos da Série A2. O São Caetano teve um início ruim, correu risco de rebaixamento e evoluiu depois da chegada do técnico Pintado. "Procuramos atletas pensando não só dentro de campo, mas também o comportamento e a postura dele fora de campo", disse o presidente do São Caetano, Nairo Ferreira de Souza. O clube do ABC trabalha com um orçamento mensal de R$ 700 mil e teto salarial de R$ 40 mil para os jogadores.

O time de Bragança Paulista aposta na relação familiar. A diretoria buscou o técnico Marcelo Veiga, que pela sexta vez passa pelo clube. "A minha relação com o presidente é boa, então isso me ajuda a ter tranquilidade no trabalho", explicou Veiga.

Já o Botafogo de Ribeirão Preto precisou montar um time para disputar o Paulista e depois terá de formar outro para a Série C do Brasileiro. A folha salarial é de R$ 450 mil, menor que a dos últimos anos, segundo o presidente do clube, Gerson Engrácia. "Não temos ajuda da CBF. Temos de aproveitar o dinheiro ganho no Paulista para jogar os dois campeonatos", falou o dirigente.

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