Bruno Cantini|Divulgação
Robinho chega para reforçar o bom ataque do Atlético-MG Bruno Cantini|Divulgação

Times mineiros vivem situações opostas

Em boa fase, o Atlético-MG está na Libertadores e se destaca por ter um grupo forte, enquanto Cruzeiro não empolga e busca paz

Fábio Hecico e Vanderson Pimentel, O Estado de S. Paulo

15 de março de 2016 | 07h00

Dois grandes rivais com o mesmo objetivo de buscar o título, mas com realidades diferentes. É assim que Atlético-MG e Cruzeiro chegam para a disputa da Copa do Brasil. Do lado do Atlético-MG, desde a temporada de 2012 a equipe tem disputado os principais títulos do continente e se firmou nos últimos anos como um dos times mais fortes do País.

No time alvinegro, a perspectiva é maior do que no rival celeste. Campeão do torneio uma vez, na temporada de 2014, o clube trouxe reforçou bem o elenco com jogadores experientes e pode ser considerado uma das principais forças da competição.

Por estar na disputa da Libertadores, só entra na competição nas oitavas de final. Além de o time titular ter sido melhorado, o banco de reservas também recebeu reforços, deixando o plantel com mais qualidade. A recente chegada de atletas como Clayton, Robinho, Junior Urso e Cazares estimula a luta dos jogadores por uma posição entre os 11 titulares – o banco conta com jogadores como Thiago Ribeiro, Carlos, Patric e Lucas Cândido.

OUTRO LADO

No Cruzeiro, que é ao lado do Grêmio o maior campeão da Copa do Brasil – tem quatro títulos conquistados em 1993, 1996, 2000 e 2003 –, o clima é de grande expectativa. Nesta temporada, a diretoria cruzeirense optou por uma série de reforços da Argentina, e a adaptação do novo grupo de jogadores poderá demorar um pouco mais do que o esperado pelo torcedor. 

Bicampeão brasileiro nas temporadas de 2013 e 2014, o time tenta se reerguer nesta Copa do Brasil após um ano de 2015 muito ruim, sem nenhuma conquista – foi vice-campeão mineiro, eliminado pelo Palmeiras nas oitavas de final da Copa do Brasil e fez um Brasileirão abaixo da crítica.

 

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