Mauro Pimentel/AFP
Mauro Pimentel/AFP

Tímida, festa de encerramento da Copa América não empolga torcedores no Maracanã

Organização comete gafe na montagem do palco; espetáculo teve Anitta fazendo homenagem ao músico João Gilberto

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

07 de julho de 2019 | 17h18

Foi uma cerimônia visualmente bonita, mas nem a presença de Anitta no palco foi suficiente para empolgar o público que foi ao Maracanã acompanhar a final da Copa América entre Brasil e Peru. A festa de encerramento que precedeu ao jogo começou com cinco minutos de atraso, durou outros dez e contou com um erro da organização na montagem do palco.

A estrutura, montada no centro do gramado, tinha o formato da América do Sul. No meio, havia o slogan da Copa América do Brasil, "Vibra o continente". Mas, na pressa para montar o palco, parte da palavra "continente" foi colocada de ponta-cabeça - e talvez até fizesse sentido.

A cerimônia começou com Matías Fernández, campeão da Copa América pelo Chile em 2015, carregando o troféu até o palco. No gramado - coberto com uma lona - cerca de 400 pessoas, entre músicos e dançarinos, fizeram um rápido espetáculo. Na parte final, a brasileira Anitta e o porto-riquenho Pedro Capó cantaram a música tema da competição. A apresentação terminou com Anitta fazendo uma referência ao músico e compositor João Gilberto, que morreu no sábado.

A festa foi encerrada na sequência com fogos em torno do gramado, que coincidiram com a entrada das duas seleções em campo. O ponto alto, contudo, veio antes de a bola rolar, quando praticamente o estádio inteiro, depois de cantar o hino nacional à capela a pleno pulmões, acompanhou os jogadores no minuto de silêncio em homenagem a João Gilberto.

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