Filipe Araújo/AE
Filipe Araújo/AE

‘Timidez não é defeito. Existem ídolos calados’, diz psicólogo

Além das grandes defesas, Dida ficou marcado por seu comportamento extra-campo

Gonçalo Junior, O Estado de S. Paulo

16 de setembro de 2012 | 08h01

SÃO PAULO - A atitude reservada de um jogador de futebol não influencia em seu desempenho dentro de campo. Lionel Messi, o melhor jogador do mundo pela Fifa por três anos seguidos, é tímido, avesso às badalações e praticamente não vive fora do seu círculo social. Rivaldo, também eleito o melhor mundo, é outro exemplo de ídolo calado. “Timidez não é doença”, explica o psicólogo do Esporte Rodrigo Scialfa Falcão. “Vivemos em uma sociedade que valoriza a exposição, mas um ídolo não precisa se preocupar em ser introvertido. Ele deve manter sua maneira de ser”, completa o psicólogo.

Diego Viana, companheiro de quarto de Dida, afirma que a timidez dele é só fachada. “Ele não é tão tímido como parece. É engraçado e brincalhão. Falamos sobre vários assuntos, principalmente futebol, mas também política e economia.”

A tia de Dida, dona Eugênia, lembra um episódio da infância que joga luz sobre a timidez do ídolo. “Ele se mudou muito novinho para Lagoa da Canoa, em Alagoas. É uma cidade menor que Irará, muito pacata. Acho que isso influenciou no comportamento dele de alguma forma. Todos os irmãos são assim, calados”.

Tudo o que sabemos sobre:
DidaRivaldoLionel MessiFifa

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.