Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Tirone lamenta ataque à loja do Palmeiras e pede punição

'Temos que descobrir quem fez isso. A polícia está indo atrás', disse o presidente do clube

Daniel Batista, Agência Estado

13 de novembro de 2012 | 11h44

SÃO PAULO - O presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, lamentou, em entrevista exclusiva ao Estado, o fato de torcedores terem pichado e ateado fogo na loja oficial do clube, que fica instalada ao lado do Palestra Itália, após a derrota do último domingo, 11, para o Fluminense. O dirigente disse que espera que a polícia consiga encontrar os culpados e prestou solidariedade ao dono do estabelecimento.

"Temos que descobrir quem fez isso. É difícil falar agora que foi uma torcida ou outra. A polícia está indo atrás e sei que ela já tem algumas pistas. O coitado do dono da loja trabalha lá há mais de 15 anos e foi quem saiu no prejuízo, mesmo sem ter nada a ver com a situação", lamentou o dirigente.

Tirone, que anda com seguranças particulares desde que começou a ser ameaçado, acredita que as atitudes violentas dos torcedores só atrapalham o clube. "O Palmeiras sai perdendo com essas coisas. Violência nunca resolve nada. Só serve para deixar o clima mais tenso."

O elenco do Palmeiras teve folga na segunda-feira e a reapresentação está marcada para acontecer a partir das 16 horas desta terça-feira, na Academia de Futebol. A situação do clube é desesperadora na briga contra o rebaixamento. O time do técnico Gilson Kleina é apenas o 18.º colocado do Campeonato Brasileiro, com 33 pontos, a três rodadas para o fim da competição.

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