Jorge Silva/Reuters
Jorge Silva/Reuters

Tite admite nervosismo corintiano, mas exalta empate

'Sabíamos do grau de dificuldade da estreia e da força do Táchira', disse treinador

AE, Agência Estado

16 de fevereiro de 2012 | 09h33

SAN CRISTÓBAL - O Corinthians suou muito, saiu perdendo, mas conseguiu o empate por 1 a 1 diante do Deportivo Táchira na última quarta-feira, na estreia da equipe na Libertadores. Apesar do ponto conquistado fora de casa, o técnico Tite admitiu o nervosismo de seus jogadores, que não fizeram uma grande partida.

"Foi uma partida bastante disputada. O Táchira fez o gol e montou uma estratégia de contra-ataque e marcação. Na medida em que criávamos as oportunidades e faltava uma precisão maior, ia criando um nervosismo maior. Felizmente, definimos em uma jogada de bola parada", declarou.

O treinador disse que já esperava dificuldade na estreia e elogiou o empenho do time paulista, que só conseguiu o gol de empate no último lance da partida, com Ralf, de cabeça. Herrera havia aberto o placar para os venezuelanos.

"Sabíamos do grau de dificuldade da estreia e da força do Táchira. Sair na frente ainda dá uma condição melhor no aspecto emocional, para jogar no erro do adversário. O Corinthians só buscou o placar porque manteve sua consciência. Se pegar o número de oportunidades e o volume de bola, talvez isso represente bem o que eu estou falando", comentou.

Se o Corinthians entrou em campo nervoso, não sentiu a pressão da torcida, que segue sonhando com o primeiro título do clube na competição. Pelo menos foi o que garantiu o volante Ralf, herói do empate. "Não sentimos a pressão. Aos pouquinhos vamos no soltando. Mas não sentimos a pressão não. Não fizemos um bom primeiro tempo, mas retomamos no segundo", avaliou.

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