Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Tite apoia protesto da torcida do Corinthians contra Carlos Amarilla

Faixa durante jogo criticou arbitragem de paraguaio em jogo de 2013

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

29 de junho de 2015 | 06h41

A vitória por 2 a 1 sobre o Figueirense na noite de sábado amenizou a tensão no Corinthians após o tropeço no clássico com o Santos, e somente um tema após a partida fez o técnico Tite se alterar na entrevista. O treinador demonstrou apoio a uma faixa erguida no Itaquerão contra o árbitro Carlos Amarilla, que apitou o jogo diante do Boca Juniors na Copa Libertadores de 2013. Semana retrasada, gravações da AFA tornadas públicas insinuaram que o time brasileiro fora prejudicado em campo.

Durante cinco minutos no segundo tempo a torcida colocou na arquibancada do estádio a faixa com os dizeres “Caso Amarilla 2013: vergonha do futebol”. O árbitro da partida contra o Figueirense, Igor Benevenuto, interrompeu a disputa até que os seguranças do Corinthians retirassem a provocação.

"Vou falar como técnico, como pessoa, como Adenor: caso Amarilla 2013, uma vergonha para o futebol", comentou Tite, repetindo a frase escrita por torcedores. A colocação da faixa foi relatada na súmula pelo juiz e o Corinthians pode ser punido por isso. "Quero regra igual para todos, que seja feita para todos. Não podem me impedir de falar. Ninguém vai tapar minha boca. Repito aquilo que estava escrito na faixa", disse Tite.

Amarilla foi afastado pela Associação Paraguaia depois que uma escuta telefônica da conversa entre o então presidente da Associação Argentina, Julio Grondona, morto em 2014, e o representante da Comissão de Árbitros da Conmebol, Abel Gnecco, sugeria a escalação proposital do árbitro para o jogo entre pelas oitavas de final da competição. O Corinthians caiu.

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