Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90
Wilton Junior / Estadão Conteúdo
Wilton Junior / Estadão Conteúdo

Tite reconhece superioridade argentina na final: 'Tem mérito do outro lado'

Técnico evita apontar erros do time e volta a fazer críticas à organização da Copa América

Redação, Estadão Conteúdo

11 de julho de 2021 | 01h21

Visivelmente abatido, o técnico Tite reconheceu a superioridade da seleção argentina na final da Copa América, neste sábado, no Maracanã, diante do Brasil. Ao invés de apontar erros do selecionado nacional, o treinador preferiu exaltar o adversário, que quebrou um jejum de 28 anos sem conquistas internacionais.

"Sentimento é de reconhecimento do outro lado. Temos de olhar o outro lado, que tem essa estratégia, tem efetividade. Prefiro reconhecer o valor da vitória do adversário", disse o técnico. "Teve um antijogo, cavar falta, não dar ritmo, estratégia de picotar no segundo tempo. Mas era uma equipe bem postada, com linha defensiva e boas peças de reposição. Tem mérito do outro lado. E temos de passar por adversidades como estas também."

Tite não quis apontar defeitos em seu time na decisão, preferindo destacar o trabalho feito por todo o grupo durante todo o tempo de preparação e também na competição. "O que eu posso falar em relação à seleção brasileira é que ela fez esses 40 dias juntos fazendo o melhor trabalho possível, utilizando muitos jogadores importantes, tento alternâncias de movimentos táticos e escalações. A mim compete trabalhar e demonstrar no campo. A análise, com crítica ou elogio, é a critério de vocês, não meu."

Ainda no último dia, Tite ainda teve fôlego para fazer mais críticas à organização da Copa América, em especial à direção da Conmebol. "A organização da competição, muito rápida, ficou devendo muito. Qualidade dos gramados... nós quase perdemos o Everton em um treinamento, porque o gramado trancou e ele teve luxação de dedo, foi uma exposição dos atletas em cima de pouco tempo, o que é impossível diante da grandeza da competição. Estou falando especificamente sobre o responsável, Alejandro (Dominguez, presidente da Conmebol), que é o presidente da Conmebol. Estou falando dele, por ter organizado uma competição em tão curto espaço de tempo."

O Brasil volta a atuar em setembro, quando terá pela frente Peru e Chile na disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo a ser realizada ano que vem no Catar.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.