Evelson de Freitas/Estadão
Evelson de Freitas/Estadão

Titular da seleção, Paulinho diz não perder simplicidade

Jogador acredita que precisa manter a regularidade para continuar no time de Mano Menezes

MATEUS SILVA ALVES, Agência Estado

19 de novembro de 2012 | 21h01

SÃO PAULO - Jogador fundamental na conquista corintiana da Libertadores, o volante Paulinho jogou tanta bola neste ano que convenceu Mano Menezes de que merece ser titular da seleção brasileira. E não faltam clubes grandes da Europa desejando seus serviços, como a Inter de Milão. Ele vive um momento com o qual nem ousaria sonhar quando chegou ao Corinthians, em 2010, mas nem por isso se sente especial: garante que o sucesso não subiu à sua cabeça e que isso jamais acontecerá.

"Eu continuo sendo o jogador que sempre fui", disse o volante, em uma entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira no CT do Corinthians, onde a seleção brasileira se prepara para o Superclássico das Américas, contra a Argentina, nesta quarta-feira, em Buenos Aires. "Continuo sendo uma pessoa simples. Se fosse outro cara, talvez o sucesso subisse à cabeça, mas não é meu caso. Eu me sinto um jogador importante no Corinthians, sim, mas sei que tenho de manter a regularidade para ficar na seleção."

Paulinho conhece bem o palco da partida desta quarta-feira contra a Argentina, a Bombonera, estádio do Boca Juniors. Foi lá que o Corinthians disputou o primeiro jogo da final da Libertadores, um empate por 1 a 1, que abriu o caminho do título (na volta, realizada no Pacaembu, a vitória corintiana foi por 2 a 0). Por causa desse confronto, o volante acredita que é um jogador conhecido na Argentina e que, sendo assim, não terá muito espaço para as suas já famosas aparições na área adversária.

"Nós aqui observamos muito os times argentinos, os jogadores deles", comentou Paulinho. "E eles certamente fazem a mesma coisa com a gente. Eles conhecem bem o estilo de jogo do Brasil, por isso a partida será difícil."

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