Todos os jogadores são vendáveis, diz presidente do Boca

O presidente do Boca Juniors, Jorge Ameal, afirmou neste domingo que todos os jogadores da equipe "são vendáveis" ao indicar que o clube precisa vender o passe de vários deles para conseguir reforços. No entanto, o dirigente assegurou que "não é correto" dizer que o lateral-esquerdo paraguaio Morel Rodríguez "seja moeda de troca".

EFE

28 de junho de 2009 | 09h13

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O jogador chegou a usar tal expressão ao dizer que, pelo que sabe, a direção do Boca oferece sua transferência em todas as negociações que faz para reforçar a equipe.

"Me irrita que me usem como moeda de troca. Se não houver nenhuma transferência que me interesse, ficarei no Boca Juniors para continuar lutando. Tenho mais um ano de contrato", disse o jogador nos últimos dias.

Quanto aos rumores publicados pela imprensa sobre um suposto interesse do novo treinador do clube argentino, Alfio Basile, de que Morel Rodríguez seja vendido, Ameal disse que o técnico, que ainda não assinou seu contrato, "não manifestou nada contra dele".

A crise financeira vivida pelo Boca Juniors impediu que alguns jogadores continuassem em seu elenco. O meio-campo colombiano Vargas foi para o Almería, da Espanha; o meia-atacante Gracián foi transferido ao Aris Salonica, da Grécia; e o atacante Figueroa retornou para o Genoa, da Itália.

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