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Tomás Andrade festeja estreia decisiva e se diz adaptado ao Atlético-MG

Argentino estreou na vitória do Atlético sobre o América por 3 a 0 neste domingo

Estadão Conteúdo

19 de fevereiro de 2018 | 21h10

A vitória do Atlético sobre o América por 3 a 0 neste domingo, pela sétima rodada do Campeonato Mineiro, foi especial para o argentino Tomás Andrade, que fez sua estreia com a camisa alvinegra. Pela boa atuação, ele saiu de campo ovacionado pela torcida.

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Ele entrou aos 38 minutos da etapa final, tempo suficiente para dar duas assistências, para os gols de Róger Guedes e Ricardo Oliveira, e cair nas graças dos torcedores atleticanos, que gritaram "Tomás, Tomás, Tomás" ao final da partida. Ele disse que sua estreia foi "muito melhor do que pensava", mas freou a empolgação da torcida.

"Para todos os jogadores é importante ter o apoio, o nome gritado pela torcida, mas tenho que ter consciência de que joguei só oito minutos e não posso achar que é nada mais que isso. Tenho que manter os pés no chão, ficar tranquilo e saber que é o inicio porque ainda não consegui nada", ponderou o meia.

Promessa das divisões de base do River Plate, Tomás Andrade não chegou a ter uma grande sequência entre os profissionais do clube argentino, que o cedeu por empréstimo até o fim desta temporada ao time mineiro. O jogador elogiou o Atlético e disse já estar adaptado à nova vida.

"Gostei muito da cidade, estou tranquilo aqui, uma cidade tranquila, uma equipe que tem uma torcida muito importante, fervorosa, e isso faz com que você esteja bem e tranquilo", afirmou. "Aqui, achei um grupo muito bom, pessoas muito boas, e estou tranquilo. Espero conseguir fazer mais jogos como o de ontem", completou.

Segundo Tomás, o meia Dátolo e o centroavante Lucas Pratto, compatriotas dele que já vestiram a camisa do Atlético, deram boas referências da torcida, que o jogador comparou com as de clubes argentinos. "O torcedor do Atlético é muito apaixonado, seguidor, fiel, muito parecido com os torcedores da Argentina, que estão sempre com a equipe. O Dátolo e o Lucas Pratto já haviam me falado que a torcida aqui era muito boa", contou.

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