JF Diorio/Estadão
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Torcedores da Ponte Preta brigam com PM em Campinas

Catorze pessoas precisaram ser atendidas pelos médicos de plantão: dessas, quatro foram levadas para hospitais da região

Almir Leite, O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2013 | 18h17

CAMPINAS - Uma briga entre torcedores da Ponte Preta e a Polícia Militar marcou o fim do primeiro tempo da partida entre o time de Campinas e o Corinthians, neste domingo, pelas quarta de final do Campeonato Paulistão. O confronto teve início após o primeiro gol do jogo, marcado por Romarinho. A confusão ocorreu no corredor entre o alambrado e a arquibancada, onde estavam duas das organizadas da Ponte Preta.

Alguns torcedores se feriram. O caso mais grave foi de um senhor que teve um braço fraturado. No intervalo, 14 pessoas foram atendidas pela equipe médica nas ambulâncias que prestam serviço no Moisés Lucarelli. Os torcedores enfrentaram os policiais, que só conseguiram controlar a situação depois que a PM recebeu reforço de homens que estavam em outros setores do estádio.

Depois do segundo gol, maercado por Emerson, que praticamente liquidou com as chances de classificação dos donos da casa, um novo princípio de tumulto ocorreu. Torcedores enfrentavam e atiravam objetos nos policiais sem qualquer constrangimento ou respeito. A polícia também não economizou nos revides. O clima continuou tenso durante todo o segundo tempo. Os policiais tiveram de se concentrar perto do portal principal do estádio para manter aos torcedores sob controle.

Enquanto isso, o serviço de informação do estádio Moisés Lucarelli avisava aos briguentos que "seus atos estavam sendo filmados" e pedia para que eles evitassem atos que pudessem prejudicar o clube em futuras competições organizadas pela Federação Paulista de Futebol (FPF), com penas de interdição de campo, até que os ânimos se acalmaram. No resumo da confusão, 14 pessoas precisaram ser atendidas pelos médicos e enfermeiras de plantão. Desses, quatro tiveram de ser levandos para hospitais da região, um deles com fratura no pulso e outro com um corte profundo na cabeça.

A FPF ainda não se manifestou sobre os incidentes.

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