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Torcedores do Guarani entram em conflito com PM antes do dérbi com a Ponte Preta

Policiais atiraram com balas de borracha após bugrinos subirem no teto do ônibus do clube, depois de atletas descerem

Redação, Estadão Conteúdo

09 de novembro de 2019 | 18h20

Mesmo com o clássico sendo disputado com torcida única, torcedores do Guarani e policiais militares entraram em confronto na tarde deste sábado, nos arredores do Estádio Brinco de Ouro da Princesa, antes do dérbi com a Ponte Preta, em Campinas, pela 34.ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. A partida terminou 0 a 0.

A confusão começou minutos depois de a torcida ter recebido, com grande festa, o ônibus que trouxe os jogadores do time da casa ao estádio. Policiais efetuaram disparos de bala de borracha quando perceberam que alguns torcedores subiram no teto do ônibus, já sem nenhum atleta dentro.  Os bugrinos, então, atiraram uma série de objetos, como rojões, latas, pedras e garrafas, em direção à PM

O tumulto se espalhou pelas ruas na frente do portão principal do estádio. Houve muita correria e desespero durante cerca 20 minutos. Alguns dos envolvidos saíram feridos. Um torcedor foi socorrido pela ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Ele sofreu um ferimento no queixo ao ser atingido por um tiro de bala de borracha, porém quis permanecer no local para assistir ao jogo em vez de ser dirigir ao hospital.

Entre os policiais, segundo informação da PM, dois se feriram por queda de cavalo e outro foi atingido por um rojão. Um dos cavalos também saiu machucado da confusão e um suspeito foi detido.

OUTRA CONFUSÃO

A primeira confusão do sábado foi registrada no período da manhã, envolvendo torcedores e a Guarda Municipal (GM), que retirou ambulantes vendendo bebidas alcoólicas perto do estádio, dentro do período de isolamento nos arredores do estádio. Um grupo de torcedores estourou rojões em direção à GM e um policial acabou sendo atingido. Alguns vândalos também quebraram pontos de ônibus perto do estádio na Avenida Guarani. A GM pediu reforço da Polícia Militar para conter a ação.

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