Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Torcida chega ao jogo da seleção movida a quentão e churrasco em Porto Alegre

Frio do inverno gaúcho coloca bebida quente no cardápio do público presente a jogo da Copa América

Ciro Campos, enviado especial a Porto Alegre, O Estado de S. Paulo

27 de junho de 2019 | 21h24

O frio de 14ºC do inverno gaúcho e os costumes locais fizeram a Arena do Grêmio ter um ambiente diferente nesta quinta-feira, antes da partida entre Brasil e Paraguai pelas quartas de final da Copa América. Os torcedores encontravam nas ruas próximas em vez de cerveja, o quentão, e no lugar do espetinho de carne, um farto churrasco, enquanto chegavam para acompanhar a partida decisiva.

As ruas no bairro de Humaitá ficaram movimentadas por flanelinhas e vendedores desde logo depois do amanhecer. A torcida procurou chegar cedo, até porque o bloqueio de ruas começou logo cedo e criou um perímetro de isolamento de alguns quilômetros ao redor da arena gremista. As únicas camisas nas cores vermelha e branca presentes não eram do Paraguai, mas sim do Inter.

Quem chegou cedo, teve de comer do lado de fora do estádio e não encontrou problemas na quantidade de opções. As ruas no entorno, a maioria com casa simples e pequenas, ofereciam mesas com quentão. A tradicional bebida alcoólica juninha era vendida em copos a R$ 5 e foi bastante procurada. Para acompanhar, várias churrasqueiras e variados cortes de carne aguardavam a fome do público.

Antes dos times irem a campo, a preocupação dentro do estádio foi o gramado. O campo recebeu várias críticas nos últimos dias pela falta de qualidade, principalmente vinda de jogadores, como Lionel Messi. Funcionários cuidaram do piso e faziam os reparos finais antes das equipes aparecerem. Até mesmo no aquecimento as equipes utilizaram balizas móveis, já que área próxima as gols foi preservada.

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