Torcida do Guarani protesta antes do duelo com Santos

Ameaçado no Campeonato Paulista, o clima definitivamente é ruim no Guarani. Não bastasse a luta contra o rebaixamento, o foco do último treino do time campineiro ficou fora do campo. Um grupo de torcedores da Fúria Independente, maior organizada do clube, foi ao Estádio Brinco de Ouro tentar conversar com a diretoria e com o elenco, mas acabou instalando uma grande confusão. Nem torcedores, nem funcionários relataram agressões, mas o clima ficou pesado às vésperas do compromisso diante do Santos, sábado, na Vila Belmiro.

AE, Agência Estado

14 de março de 2013 | 20h13

Por volta das 17 horas, cerca de 50 torcedores chegaram à porta do estádio para assistir ao treino. Não houve nenhuma tentativa de invasão, mas os seguranças impediram a entrada da torcida, exaltando os ânimos. Para evitar qualquer tipo de problema, a Polícia Militar foi acionada e os torcedores foram enquadrados, prestaram depoimento e acabaram liberados. Seis viaturas se posicionaram na frente do portão principal do estádio. Alguns pedaços de madeira e um canivete foram apreendidos.

Com a movimentação extra-campo, o presidente Álvaro Negrão e o gerente de futebol, Izaias Tinoco, foram observar a intervenção policial, assim como o zagueiro Thiago Matias e o lateral Boaideiro, mas nenhum deles chegou a conversar com integrantes da torcida organizada.

Enquanto a confusão acontecia fora dos gramados, Branco, treinador do Guarani, comandava o último treinamento antes do duelo contra o Santos. Ele sinalizou com a possibilidade de permanência da mesma equipe que empatou com o Mirassol, por 1 a 1, na última rodada.

Sendo assim, os zagueiros Tiago Pagnussat e Cássio devem seguir no time titular, mesmo com os retornos de Thiago Matias e Leandro Souza, disponíveis depois de cumprirem suspensão. Com apenas nove pontos, o Guarani ocupa a 18.ª posição, na frente apenas de União Barbarense, com seis, e São Caetano, com cinco pontos.

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