Torcida do Paysandu cobra raça do time

Exatamente como aconteceu no ano passado, o Paysandu volta a depender do apoio de sua grande e apaixonada torcida para pressionar o adversário dentro de casa e escapar do temido rebaixamento para a segunda divisão. Os jogadores, porém, precisam superar a apatia, as limitações técnicas e a falta de preparo físico demonstrado nos últimos jogos para corresponder dentro de campo ao apoio que terá nas arquibancadas do Mangueirão, no próximo domingo, contra o Atlético (PR). Os torcedores, que antes apoiavam o trabalho do treinador Ivo Wortmann, começam a se irritar com a teimosia dele em manter no time titular jogadores que só tem prejudicado o desempenho da equipe nos últimos cinco jogos, como o meia Vélber, hoje uma grande decepção na Curuzu, e o volante Sandro. Os dois, de quem o time depende para as jogadas mais criativas, têm revelado um desempenho medíocre, mas ainda assim são mantidos como titulares por Wortmann. Contra o Guarani, domingo, Sandro só faltou fazer gol contra e Vélber foi tão displicente que no final do primeiro, ao se encaminhar rumo à linha de fundo para cobrar um escanteio, demorou tanto que o árbitro apitou o final antes que ele tocasse na bola. Vélber passou a não jogar mais nada desde o momento em que o presidente do clube, Arthur Tourinho, anunciou que ele teria sido vendido para um clube do exterior.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.