Reprodução / Twitter
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Torcida organizada do Corinthians protesta em frente ao CT Joaquim Grava

Faixas e cânticos visavam Carille e Andrés Sánchez, além de outros dirigentes e de jogadores

Redação, Estadão Conteúdo

02 de novembro de 2019 | 14h49

O clima no Corinthians, após a derrota do meio de semana para o CSA, em Maceió, continua conturbado. Uma torcida organizada do clube foi à porta do CT Joaquim Grava para protestar contra dirigentes e jogadores na manhã deste sábado.

Com faixas e palavras de ordem, os torcedores direcionaram seus alvos especialmente para Manoel, Danilo Avelar, Ralf, Jadson e Clayson e membros da direção como Emerson Sheik, Vilson de Menezes, Duilio Monteiro Alves e o presidente Andrés Sanchez.

A situação no clube paulista, que ocupa apenas a sétima colocação no Campeonato Brasileiro, com 45 pontos, e não vence há sete rodadas, começou a ficar mais tensa depois da derrota da última quarta-feira para os alagoanos por 2 a 1. Durante a madrugada de quinta-feira, torcedores tentaram invadir o hotel da equipe e os muros do Parque São Jorge amanheceram pichados. No mesmo dia, jogadores tiveram de receber outra torcida organizada para conversar.

De acordo com o site "Meu Timão", alguns cânticos como "Não é mole, não, tem que ser homem para jogar no Coringão" e "Carille retranqueiro, só pensa em dinheiro" foram entoados pelos manifestantes enquanto a última atividade visando o jogo deste domingo contra o líder do Brasileirão, Flamengo, era realizada no CT. Uma das faixas tinha a mensagem "Elenco de Finados", em referência ao feriado deste sábado.

A partida contra os cariocas, válida pela 30ª rodada da competição, acontece neste domingo, às 16h, no Maracanã. A equipe paulista embarca para a capital fluminense ainda na tarde deste sábado.

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