Vítor Marques/ Estadão
Vítor Marques/ Estadão

Torcida organizada do Corinthians protesta no CT Joaquim Grava

Grupo leva faixas chamando jogadores de 'mercenários' e 'ociosos'

VÍTOR MARQUES, Estadão Conteúdo

15 de maio de 2015 | 16h45

Um pequeno grupo de torcedores ligados à Uniformizada Camisa 12, uma das principais torcidas organizadas do Corinthians, fez um protesto pacífico na porta do CT Joaquim Grava na tarde desta sexta-feira. Os torcedores espalharam notas falsas de dinheiro no chão e estenderam faixas nas grades e no portão de entrada do CT provocando os jogadores e a comissão técnica. "Jogadores mercenários, futebol precário", dizia uma das faixas.

O protesto acontece dois dias depois da eliminação do Corinthians na Copa Libertadores. Jogando mal diante de sua torcida no Itaquerão, o time de Tite perdeu para o modesto Guaraní, do Paraguai, por 1 a 0, e caiu nas oitavas de final do torneio - já havia levado uma surra em Assunção por 2 a 0.

Um dos líderes do grupo organizado, o torcedor Marco Capão, diretor da Camisa 12, criticou os altos salários pagos aos jogadores e pediu mudança de postura dos atletas dentro de campo. Apesar das cobranças, não houve violência. Os 40 mil corintianos presentes no estádio após a derrota de quarta-feira também mantiveram a calma e não partiram para agressões ou invasão de campo.

Seguranças particulares do Corinthians e uma viatura da polícia militar foram chamados no CT. O elenco estava em campo na hora do protesto, treinando para a partida deste sábado contra a Chapecoense, pelo Campeonato Brasileiro. Ninguém se manifestou ainda sobre as cobranças.

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