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Confronto entre torcedores deixa dois feridos antes de jogo do Palmeiras

Alviverde estreia no Campeonato Paulista neste domingo, contra o Red Bull Brasil, em Campinas

Redação, Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2019 | 20h17
Atualizado 20 de janeiro de 2019 | 23h12

Mesmo com jogo de praticamente uma torcida só, houve briga em Campinas (SP) neste domingo. Um grupo de torcedores de Palmeiras e Ponte Preta entraram em confronto antes do jogo da equipe alviverde contra o Red Bull Brasil, pela primeira rodada do Campeonato Paulista. O Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (BAEP) precisou usar balas de borracha e bombas de efeito moral para dispersar a multidão nos arredores do estádio Moisés Lucarelli. Pelo menos dois torcedores ficaram feridos e um deles precisou ser encaminhado para o hospital municipal Mário Gatti.

Segundo o capitão do 1º Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (BAEP), Raphael Ribeiro, o confronto começou por volta das 18h30. "Um grupo de torcedores do Palmeiras se juntou e tentou a invasão da sede da Torcida Jovem, da Ponte Preta. Nesse embate de torcedores, houve disparos de armas de fogo. Um torcedor que levou uma paulada, perdeu a consciência", explicou. O capitão afirmou que os dois feridos não corriam risco de morte..

No confronto, um torcedor do Palmeiras ficou ferido e chegou a ser carregado por companheiros para dentro do estádio. Ele foi atendido e encaminhado para o hospital. Na invasão, outro torcedor foi baleado na perna. Os dois deram entrada no Mário Gatti - os seus nomes não foram identificados. Outros dois torcedores, que seriam ligados à Ponte Preta, foram encaminhados a uma delegacia.

Segundo informações do hospital, o torcedor em quadro mais delicado era o palmeirense que levou as pauladas. Ele foi atendido no pronto-socorro e estava em observação. Já a vítima do disparo na perna, estava fora de perigo.

Por determinação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), nem Ponte Preta nem Guarani podem receber em Campinas torcida visitante contra os clubes grandes - São Paulo, Corinthians, Santos e Palmeiras. Segue o mesmo padrão dos clássicos com torcida única em São Paulo. Só que o Red Bull Brasil, que treina em Jarinu (SP) e joga em Campinas, não entrou nessa regra. O clube empresa tem pouca tradição nas arquibancadas e depende dos rivais para arrecadar bilheteria. Até criou um setor misto no Moisés Lucarelli, porém restrito, e não houve registro de nenhum confronto.

 

 

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