Wilton Junior|Estadão
Wilton Junior|Estadão

Trabalho na base levou Alemanha ao topo do mundo no futebol

País é referência no investimento em novos talentos

O Estado de S.Paulo

25 de setembro de 2017 | 07h00

Ter um trabalho de base bem estruturado pode fazer diferença no longo prazo. O melhor exemplo é o da Alemanha, que em pouco mais de uma década saiu do fiasco de não passar nem da primeira fase de duas Eurocopas para o título da Copa de 2014.

A mudança surgiu com a constatação de que a seleção alemã não tinha capacidade de renovação – a equipe que fracassara na Euro de 2004 era muito similar à que fora vice-campeã do mundo em 2002.

Depois disso, muito dinheiro foi investido em categorias de base. A ordem era dar prioridade a garotos talentosos, mesmo que não tivessem força física. Aos poucos, eles começaram a ser incorporados na seleção principal por Joachim Löw, que foi auxiliar do técnico Jurgen Klismann e depois assumiu a equipe.

Coincidência ou não, a Alemanha sub-17 chegou a duas semifinais em Mundiais nos últimos dez anos, enquanto o time sub-23 é o atual vice-campeão olímpico.

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