Treino da Argentina conta com operação de guerra em Porto Alegre

Dezenas de policiais tiveram apoio de um helicóptero da Polícia Militar, que sobrevoou o Beira-Rio no treino desta terça-feira

GONÇALO JUNIOR - Enviado especial a Porto Alegre, O Estado de S. Paulo

24 de junho de 2014 | 15h47

A operação conjunta entre as Polícias Militar, Civil, Rodoviária e até o Exército para a chegada de milhares de argentinos à cidade de Porto Alegre já está presente nas ruas na tarde desta terça-feira. O policiamento foi reforçado no treino de reconhecimento que a Argentina realiza no Estádio do Beira-Rio no início da tarde.

Dezenas de policiais, com o apoio de um helicóptero da Polícia Militar que sobrevoa a arena com frequência, impedem qualquer aproximação dos cerca de 500 torcedores que esperam uma oportunidade para ver Lionel Messi. O treino será fechado à torcida e apenas os primeiros quinze minutos podem ser registrados pela imprensa. 

São esperados entre 80 e 120 mil argentinos para a terceira partida de Messi no Mundial, nesta quarta-feira. Deste total, a organização da Copa estima que apenas 18 mil argentinos adquiriram entradas para partidas na capital gaúcha. O enorme contingente de torcedores sem ingressos e também a presença de barra-bravas, os torcedores violentos da Argentina, motivou a montagem de uma megaoperação de segurança. 

Até o início da tarde, não houve incidentes em frente ao estádio. Além dos uniformes, faixas e dos cantos que já se tornaram frequentes em todas as cidades por onde passam, os torcedores exibiram uma foto em tamanho real de Lionel Messi para celebrar seus 27 anos, completados nesta terça-feira. 

Segundo o diretor de comunicação do COL, Saint-Clair Milesi, a segurança será reforçada. Serão tomadas as mesmas precauções do Maracanã, com rigidez no bloqueio e mil seguranças para impedir incidentes e evitar brigas na arquibancada.

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