Mowa Press
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Trocas não afetam padrão de jogo da seleção brasileira, dizem jogadores

Elenco pretende manter mesma postura e esquema utilizados na Copa das Confederações

AE, Agência Estado

10 de outubro de 2013 | 12h28

SEUL - O técnico Luiz Felipe Scolari vem mantendo a base campeã da Copa das Confederações na seleção brasileira, mas realizou algumas mudanças na equipe titular nos últimos jogos, seja por lesões ou por opção tática, o que voltará a acontecer no amistoso deste sábado contra a Coreia do Sul, em Seul. Os jogadores garantem, porém, que isso não afetará o padrão de jogo.

"A gente tem que manter esse padrão, crescer a cada treinamento, a cada partida e dar sequencia ao trabalho. Sabemos a responsabilidade que é dar essa continuidade", afirmou o volante Paulinho, em entrevista à ESPN Brasil.

O lateral-esquerdo Maxwell, chamado por Felipão nos últimos jogos após ficar fora da Copa das Confederações, explicou que o treinador cobra muito para que a seleção não altere o seu estilo.

"Eu acompanhei a Copa das Confederações. O grupo teve um jogo fantástico, com intensidade na marcação e criatividade. Deu gosto de ver e a exigência do Felipão é manter esse nível", comentou.

Para o zagueiro Dante, isso é possível graças ao trabalho de todos os jogadores na marcação, incluindo os do setor ofensivo. "Hoje em dia, o que favorece é o trabalho coletivo, o conjunto. Todo mundo defende bem, o Neymar marca na frente, o Oscar pega", disse.

Dante, aliás, deverá ser uma das novidades da escalação da seleção brasileira diante da Coreia do Sul, ocupando a vaga do lesionado Thiago Silva, de acordo com o que Felipão indicou no treinamento desta quinta. Já Jefferson voltará a ser escalado no gol em razão da ausência do contundido Julio Cesar.

Jô também voltará a ser titular no ataque, pois Fred segue lesionado e fora da seleção. A outra mudança promovida pelo treinador em relação ao time campeão da Copa das Confederações foi a escalação de Ramires, que se destacou nos amistosos contra México e Austrália, em setembro, ocupando a vaga de Hulk.

Com pouco tempo para a Copa do Mundo, os jogadores sabem que precisam aproveitar os treinamentos para conquistar o espaço na seleção e a confiança do técnico. "O intuito é sempre treinar forte, mesmo sendo um amistoso temos que representar bem a seleção", disse Bernard à CBF TV. "Temos que chegar ao limite, tanto nos jogos como nos treinos, para que a gente tenha uma boa preparação para o nosso grande objetivo que é 2014", completou Luiz Gustavo.

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