Carl Recine/Reuters
Carl Recine/Reuters

Tunisianos enaltecem força da Bélgica, mas apostam em superação para surpreender

Seleções se enfrentam neste sábado, às 9 horas (de Brasília), em Moscou

Gonçalo Junior, enviado especial / Moscou, O Estado de S.Paulo

22 Junho 2018 | 15h54

Depois de perder na estreia por 2 a 1 para a Inglaterra, a Tunísia reconhece que terá dificuldades contra a Bélgica neste sábado, às 9 horas (de Brasília), no estádio do Spartak, em Moscou, pela segunda rodada do Grupo G da Copa do Mundo. O técnico Nabil Maaloul afirma que os tunisianos precisão suportar a força do ataque adversário, que no primeiro duelo já balançou as redes por três vezes, se quiserem obter um bom resultado neste confronto.

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"A Inglaterra tem meio-campistas muito bons, a Bélgica tem atacantes muito bons. Lukaku e Hazard podem armar e podem finalizar. Nós temos que mudar nosso estilo de jogo. Eles também têm grandes armadores, como De Bruyne e Carrasco", afirmou o treinador em entrevista coletiva nesta sexta-feira no local da partida contra os belgas. "Nosso time é capaz de jogar contra a Bélgica", concluiu.

O meia Wahbi Khazri, um dos destaques do time e que recebeu elogios do técnico Roberto Martínez, que comanda a Bélgica, afirma que a equipe tunisiana não vai se entregar. "Desde que Nabil Maaloul chegou e nos classificamos para a Copa, fizemos bons jogos contra Portugal (2 a 2, em maio) e Espanha (derrota por 1 a 0, no último dia 9). Contra a Inglaterra, não criamos tanto perigo. Mas não vamos jogar a toalha agora", afirmou o jogador do Rennes, da França.

 

E Khazri reconheceu o favoritismo da Bélgica, que venceu o Panamá por 3 a 0 em sua primeira partida neste Mundial. "Eles têm muitos jogadores perigosos e são um dos favoritos para (conquistar) a Copa do Mundo. Mas vamos mostrar um futebol diferente neste jogo", prometeu.

 

 

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