Uefa propõe medidas enérgicas para combater racismo

Os seguidos casos de racismo no futebol europeu nos últimos tempos estão fazendo com que a Uefa estude medidas enérgicas para combatê-los. A mais nova ideia é punir com pelo menos dez partidas de suspensão jogadores ou dirigentes considerados culpados de abusos raciais, como revelou o secretário-geral da entidade, Gianni Infantino.

AE-AP, Agência Estado

10 de abril de 2013 | 12h32

Durante a conferência da SoccerEx, em Manchester, na Inglaterra, Infantino admitiu que o racismo é uma das principais preocupações da Uefa no momento. As discussões sobre o assunto se intensificaram desde o começo do ano, quando o meia do Milan Kevin-Prince Boateng abandonou uma partida amistosa de sua equipe após ser alvo de insultos raciais.

Para tentar controlar essas manifestações nas arquibancadas, a Uefa também estuda adotar postura mais enérgica. Infantino apontou que a primeira medida nestes casos seria a interdição parcial do estádio, e não mais uma multa. Em caso de repetição desse comportamento, haveria "uma interdição completa do estádio e multa mínima de 50 mil euros", como comentou o dirigente.

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