Uma nova realidade chegará aos estádios brasileiros durante a Copa 2014

Padrão das atividades de segurança será diferente daquilo a que o torcedor está acostumado

Almir Leite, O Estado de S. Paulo

23 de fevereiro de 2013 | 21h48

SÃO PAULO - Durante a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, pelo menos, o padrão das atividades relativas à segurança nas arenas será diferente daquilo a que o torcedor brasileiro está acostumado. Em vez de ser atribuição específica das forças policiais, notadamente da Polícia Militar, passará para agentes privados - vigilantes treinados e habilitados por meios de cursos de acordo com portaria da Polícia Federal.

São esses agentes que "recepcionarão" os torcedores nos postos de controle. Num primeiro momento, será feita a passagens por pórticos e por aparelhos de raio X. Esquema semelhante aos utilizados nos aeroportos.

Em seguida, o torcedor vai se dirigir às catracas, onde, eletronicamente, será validado o ingresso. "Para nós, há o perímetro externo e o interno. Só entra em determinado local tem tiver com ingresso ou credenciado", diz o gerente geral do Comitê Organizador Local, José Hilário Medeiros. O perímetro externo de segurança foi definido em no mínimo 100 metros do primeiro controle.

Ao se dirigir a seu lugar, demarcado, o torcedor terá o auxílio de orientadores, para que chegue rapidamente e em segurança ao setor e, depois, a seu assento. A polícia estará no estádio, mas só agirá dentro de suas atribuições constitucionais, como em caso de tumulto.

Todos os 12 estádios da Copa terão câmeras de alta resolução, que enviarão imagens para as centrais de comando e controle. Torcedores violentos e pessoas procuradas pela polícia poderão ser identificadas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.