Vadão não deixará a Ponte Preta

O técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, garantiu nesta terça-feira que não vai deixar a Ponte Preta antes dos dois jogos decisivos do Campeonato Paulista. Ele é cotado para assumir o Sport Recife no Campeonato Brasileiro da Série B, mas assegura que está totalmente concentrado nos jogos diante do São Paulo e Santo André. "Nem posso pensar em outra coisa neste momento", reafirmou, mostrando consciência na responsabilidade de livrar o time do rebaixamento. Com apenas 19 pontos em 17 jogos, o time campineiro luta contra o descenso e terá dois jogos difíceis. Mas a saída de Vadão é possível, embora tenha acordo verbal para continuar no Majestoso até dezembro. Ano passado ele dirigiu o Bahia e chegou ao quadrangular final. Em Recife, ele substituiria a Adílson Batista, demitido nesta semana. Com relação ao time para enfrentar o São Paulo, sábado, no Morumbi, Vadão aguarda pela liberação do lateral-esquerdo Júlio César, vetado de última hora para o jogo contra o Palmeiras. Se não for liberado, Bruno continuará como titular. O vice-presidente Marco Antônio Eberlin esteve na sede da Federação Paulista, nesta terça-feira, protestando sobre as falhas de arbitragem no empate de 1 a 1. A reclamação maior é sobre a anulação de um gol legítimo, marcado por Galeano e anulado pela auxiliar Ana Elisa Barbosa.

Agencia Estado,

05 de abril de 2005 | 18h02

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