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Vágner Mancini diz que deixa o Santos sem mágoa

'Tudo o que era possível foi feito', afirmou o treinador, que trabalhou por cinco meses na equipe

SANCHES FILHO, Agencia Estado

14 de julho de 2009 | 18h31

Demitido na última segunda-feira, o técnico Vágner Mancini despediu-se dos jogadores do Santos na tarde desta terça-feira, no CT Rei Pelé. Depois, ele deu uma entrevista coletiva para explicar sua saída do clube onde trabalhou por cinco meses. E aproveitou a ocasião para agradecer a diretoria santista e a imprensa, além de elogiar o empenho dos jogadores.

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"Não levo nenhuma mágoa", garantiu Vágner Mancini, que foi vice-campeão paulista no curto período em que ficou na Vila Belmiro. "Tudo o que era possível foi feito", explicou o treinador, ressaltando o bom ambiente que criou. "Na reunião que tive com o presidente Marcelo Teixeira, ele me disse que se sentia desconfortável por ter que tomar a decisão de me demitir."

Na despedida, Vágner Mancini evitou falar sobre as dificuldades que enfrentou no comando do Santos, como algumas brigas internas e um suposto dedo-duro que ele revelou existir dentro do vestiário santista e que nunca foi identificado. Disse que tudo isso era um "problema para o próximo treinador".

Sobre o futuro, Vágner Mancini afirmou que pretende "descansar um pouco, ficar com a família e resolver alguns problemas particulares que deixamos para trás". Mas ele acredita que, ao comandar o Santos, atingiu um patamar elevado na carreira. "Já que cheguei até aqui, vou manter o nível. Não dá para regredir. Tirei lições importantes dessa passagem pelo Santos", admitiu.

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