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'Vai Guarulhos - o Filme' retrata os obstáculos para se manter no futebol

Longa-metragem sobre o A.D. Guarulhos estreia no cinema na quinta-feira

O Estado de S. Paulo

07 de dezembro de 2016 | 10h13

Com pré-estreia marcada para quinta-feira, "Vai Guarulhos - o Filme" conta a trajetória do A.D. Guarulhos, time de futebol criado há 52 anos nos campinhos de terra com o nome de Vila das Palmeiras. O longa-metragem - dirigido por Fabricio Gallinucci, com produção da Perigo Filmes - retrata, a partir do olhar dos dirigentes, a dificuldade do time de pouca expressão para se manter no esporte.

"Estamos falando da segunda maior cidade do Estado de São Paulo e que ainda não teve um time realmente apoiado pela cidade. Se compararmos com cidades menores como Itu (Ituano), Sorocaba (São Bento), Bauru (Noroeste), ou mesmo cidades metropolitanas como São Caetano e Campinas (Guaruani e Ponte Preta), Guarulhos está muito longe de ter um clube na primeira divisão do Paulista. Acaba vivendo às sombras da metrópole São Paulo", afirma o produtor Rodrigo Mesquita.

A história é baseada em dois personagens centrais: o presidente, que ocupa o cargo há nove anos e já apresenta os primeiros sinais de cansaço, e seu vice-presidente, jovem sem experiência no gerenciamento de um time de futebol, mas filho de um antigo ídolo da agremiação. O enredo se desenrola em meio à disputa da segunda fase classificatória para a série A3 do Campeonato Paulista.

Segundo o produtor Guilherme Severo, o projeto entrelaça a história da cidade e do clube. "Abordamos a estrutura atual do time, sua rotina caótica, a falta de apoio, e como superam todos os obstáculos para estar em campo. E Mesquita completa: "O time que tem mais participações seguidas na segunda divisão do Campeonato Paulista, sem nunca ter dado um W.O. nos jogos, já pode ser considerado vitorioso só por estar sempre presente em campo."

"Vai Guarulhos - o Filme" também tenta resgatar o apoio dos torcedores do clube paulista. Para isso, o filme vai além do futebol ao exibir a dimensão humana. "São poucos (torcedores), porém muito apaixonados", diz Severo. 

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