Vítor Silva/Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

Valentim diz que expulsão de Aguirre foi injusta e elogia Botafogo 'guerreiro'

Para o treinador, equipe carioca teve grande performance ao marcar mais dois gols mesmo com um jogador a menos

Estadão Conteúdo

11 Junho 2018 | 05h30

O técnico Alberto Valentim elogiou a atuação "guerreira" do Botafogo, na noite deste domingo, e criticou a arbitragem de Leandro Bizzio Marinho pela expulsão do atacante Aguirre, nos acréscimos do primeiro tempo. Para o treinador, a equipe carioca teve grande performance ao marcar mais dois gols mesmo quando estava com um jogador a menos em campo.

+ Leia mais notícias sobre o Botafogo

+ Confira a tabela de classificação do Campeonato Brasileiro

+ Bahia busca o empate com o Botafogo por 3 a 3, mas segue na zona de rebaixamento

Aguirre levou o segundo cartão amarelo ao fazer pênalti sobre Lucas Fonseca, do Bahia. Na cobrança, o time da casa empatou o jogo. Para Valentim, a penalidade não existiu. "A gente sempre esteve na frente do marcador, depois tivemos a expulsão, no meu modo de ver injusta. Vimos o lance na TV com calma, não foi pênalti", criticou.

Na segunda etapa, o Botafogo anotou o seu segundo e terceiro gols. Mas cedeu por duas vezes o empate - a partida terminou empatada por 3 a 3 na Arena Fonte Nova, em Salvador. "Muito difícil jogar com um a menos. Fica um sabor amargo, mas tem a qualidade de jogo, ficamos sempre na frente do placar isso aqui é difícil."

Foi por conta deste esforço da equipe que o treinador aprovou o desempenho dos seus "guerreiros". "Gostei muito do time, mas o resultado não foi o que a equipe merecia pelo tanto que eles foram guerreiros hoje."

Valentim descartou que a equipe tenha sido displicente nos minutos finais, quando sofreu o terceiro gol. "Não acredito que a equipe tenha relaxado. O Allione [do Bahia] conseguiu antecipar, mas o time marcou bem. São detalhes. Relaxar não. Foi uma equipe guerreira até o final, e infelizmente levamos o gol faltando alguns segundos para terminar o jogo."

"Fomos cirúrgicos, principalmente com um a menos. O Bahia viria para frente com tudo, e o Allione foi feliz. Gostei do time. A proposta nossa era jogar para frente e fizemos isso mesmo com um a menos", resumiu o treinador.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.