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'Vamos juntar os cacos e unir o time', diz Márcio Fernandes

Técnico não quer que a goleada sofrida diante do Goiás atrapalhe a estabilidade emocional dos jogadores

Sanches Filho - Especial para O Estado de S. Paulo,

22 de setembro de 2008 | 09h25

O técnico Márcio Fernandes mediu as palavras para não apontar os culpados pelo fraco futebol do Santos no Serra Dourada, sábado, na goleada por 4 a 1 diante do Goiás, interrompendo a série de seis jogos sem perder. Apesar de a defesa ter se desestruturado com a ausência de Domingos e o ataque não funcionado em razão da fraca atuação de Kleber Pereira, ele preferiu não citar nome, porém reconheceu que o estrago foi grande.    Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão   "Vamos juntar os cacos e unir o time outra vez para repetir nos próximos dois jogos, na Vila Belmiro, o bom desempenho das partidas anteriores", prometeu o treinador, preferindo falar sobre o comportamento coletivo. "A equipe entrou sonolenta em campo e foi acordar apenas aos 30 minutos do primeiro tempo."   A maior preocupação do técnico é não permitir que com a segunda goleada sofrida diante do Goiás - no turno o time perdeu por 4 a 0, na Vila Belmiro, no primeiro jogo sob o comando de Cuca - volte a instabilidade emocional dos jogadores, que fez com o clube ficasse na zona de rebaixamento durante 19 rodadas.   "Nosso trabalho será para que a equipe levante a cabeça e reaja. Temos um grupo unido, forte, consciente do seu poderio e não vamos permitir que um tropeço por um mau início jogo estrague tudo", afirmou Márcio.   Para o técnico, esse não foi o primeiro apagão desde a sua promoção a técnico, em substituição a Cuca. "Em outras partidas passamos por situação semelhante, mas logo em seguida saiu o gol e o problema foi encoberto. No sábado tivemos a infelicidade de o Goiás aproveitar todas as chances de gols no primeiro tempo, mas na etapa final o Santos já foi outro, tanto que o resultado foi 1 a 1", argumentou.   Para Márcio, além da apatia inicial o seu time estranhou as dimensões do Serra Dourada. "Por isso, demorou a se agrupar e em conseqüência a defesa ficou sobrecarregada." Outro erro que chamou a sua atenção nos minutos iniciais foi que Fabão, o zagueiro que deveria sair da área para dar o primeiro combate aos atacantes do Goiás, ficou muito atrás.   "O Goiás não jogava com atacantes fixos na área e confundia a nossa marcação. Por isso substitui Fabão aos 35 minutos do primeiro tempo, passando Rodrigo Souto, que é um jogador de mobilidade, para formar a dupla de zaga com Fabiano Eller", explicou. "Mas, Fabão continua tendo a nossa confiança e não saiu porque estivesse jogando mal", acrescentou.   Sobre a forte discussão entre Fabiano Eller e Kléber durante o jogo em Goiânia, Márcio disse que os dois se desculparam nos vestiários e se acertaram. "São jogadores de sangue quente e que não aceitam perder. Mas, um é da Seleção Brasileira e o outro campeão mundial e sabem que o que acontece em campo acaba no campo", concluiu o treinador santista.  

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