Vampeta insatisfeito com a reserva

O meia Vampeta ficou lisonjeado com a manifestação da torcida que gritou o seu nome durante o tempo em que ficou no banco e afirmou que qualquer um dos reservas poderia ouvir o coro dos torcedores que pediam sua entrada em campo. "Lógico que dava para ouvir", declarou.O tom era de cautela, mas as palavras deixavam claro a contrariedade de Vampeta de ter ficado entre os reservas. "Eu estranho como todo mundo estranha, mas quem tem de responder é o treinador", disse, sem esconder a insatisfação. "A opinião é dele, mas eu também fico surpreso; se vocês não entendem, sou eu que vou entender o que se passa na cabeça do Leão?", perguntou. "Nas eliminatórias, a gente se encontra por dois ou três dias; agora, quando o convívio é maior é que você conhece as pessoas." Ele garantiu não ter havido nenhum ato fora de campo que motivasse sua exclusão do time titular. "Não cometi nenhuma indisciplina." Em Kashima, ele está hospedado sozinho num quarto do Aton Palace Hotel. "Sozinho não. Aqui no Japão estamos eu e Deus."

Agencia Estado,

02 de junho de 2001 | 17h20

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