Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

VAR é protagonista na primeira rodada do Campeonato Brasileiro

Árbitro de vídeo se envolve em uma série de polêmicas na abertura do Brasileirão

Redação, O Estado de S.Paulo

29 de abril de 2019 | 04h30

O VAR estreou no Campeonato Brasileiro com bastante trabalho. Na primeira rodada, o recurso foi utilizado diversas vezes e em várias delas a decisão inicial do árbitro de campo foi modificada após o aviso do árbitro assistente de vídeo ou após a verificação das imagens.

No jogo entre Ceará e CSA, por exemplo, ocorreram três consultas. Na primeira, o paranaense Adriano Milevski deu pênalti em Leandro Carvalho, do time cearense, mas após o acionamento do VAR voltou atrás. Depois o goleiro do CSA derrubou um adversário fora da área. Inicialmente levou amarelo e, depois, cartão vermelho. E o quarto gol na vitória do Ceará por 4 a 0 só foi confirmado após checagem das imagens de TV.

Na derrota do Fluminense para o Goiás por 1 a 0, Dewson de Freitas deu um pênalti para os cariocas após consulta do VAR e anulou um gol de Everaldo, após ver as imagens e alegar que a bola tocou em Luciano, que estaria impedido. Nos 4 a 1 do Athletico-PR sobre o Vasco, o árbitro chegou a marcar um pênalti em Lodi, da equipe paranaense, e depois reviu sua decisão.

No sábado, o VAR já tivera participação importante em duas partidas. Na vitória da Chapecoense sobre o Internacional por 2 a 0, em Chapecó, o pênalti que resultou no primeiro gol do time da casa só foi assinalado com auxílio do árbitro assistente de vídeo – inicialmente, o Rafael Claus marcara apenas escanteio.

No jogo em que perdeu do Atlético-MG por 2 a 1, no Estádio Independência, o Avaí teve um gol validado (Brizuela não estava impedido, como inicialmente marcado) e outro anulado (mão na bola de Betão, não percebida) pelos árbitros do VAR.

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