Vasco esquece derrota e pensa no América-RJ

Departamento jurídico do clube avisa que luta na Justiça com Leandro Amaral não terminou

Redação,

25 de março de 2008 | 19h17

O Vasco tem ótima oportunidade de se recuperar da derrota por 2 a 1 para o Fluminense, no último domingo. Nesta quinta-feira, Edmundo e companhia enfrentam o desesperado América, último colocado na soma dos dois turnos do Campeonato Carioca e lutando contra o rebaixamento.O técnico Alfredo Sampaio deve retornar com a formação que vinha utilizando contra os times pequenos, com o meio-campo formado por Jonílson, Leandro Bomfim, Morais e Alex Teixeira. Contra o Fluminense, ele optou por Amaral e Beto, para reforçar a marcação e antes dos 25 minutos recolocou Alex Texeira em campo.No entanto, Morais reclamou de dores musculares e não participou do coletivo de ontem a tarde, em São Januário. Beto treinou em seu lugar e seria seu substituto. Fica difícil antecipar as informações vascaínas, já que ninguém fala no clube.A diretoria permitiu apenas que o volante Jonílson conversasse com a imprensa, mas o impediu de comentar a derrota para o Tricolor. "Esse jogo já passou, precisamos pensar à frente", disse o jogador, que garante que o elenco não está pressionado por conquistar um título, mesmo depois das palavras do presidente interino Eurico Miranda, que garantiu que o Vasco será o campeão estadual. "Temos que encarar como um incentivo. Pressão tem em qualquer time grande". O clube não ergue um troféu desde o Carioca de 2003. Quanto ao caso Leandro Amaral, o departamento jurídico do clube diz que poderá recorrer à Federação Internacional de Futebol (Fifa) se o jogador for registrado como atleta do Fluminense, sob força de uma liminar da Justiça comum. O Vasco argumenta que a decisão da Justiça não pode modificar um regulamento esportivo, como previsto pela própria Fifa. "Essa história ainda não acabou. Não abrimos mão do jogador. Vamos buscar a reversão dessa liminar [que libera Leandro para atuar pelo Fluminense], que viola as regras da competição", analisou Paulo Reis, vice-presidente jurídico do clube.

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