Vasco sob pressão com risco de rebaixamento

Elenco vascaíno adota discurso otimista, mas tensão em São Januário é evidente

29 de outubro de 2007 | 19h15

Há pouco tempo, o Vasco sonhava com a vaga na Libertadores e até com o título do Campeonato Brasileiro, mas a realidade hoje é dura: a meta principal é fugir do rebaixamento. Disputar a Copa sul-americana no ano que vem ficou em segundo plano. Por conta disso tudo, o ambiente é de tensão em São Januário.   O drama do Vasco está explícito na tabela. A distância para a zona de descenso é de apenas três pontos e restam cinco rodadas para o fim do Brasileiro. Além disso, a equipe cruzmaltina faz amanhã um jogo de seis pontos: enfrenta o Goiás, que também luta contra o rebaixamento, no Estádio Serra Dourada.   Um novo tropeço pode aproximar ainda mais o Vasco da área de risco. Embora a preocupação exista, boa parte do elenco adotou um discurso otimista, pautado na justificativa de que o time voltou a jogar um bom futebol e vai reencontrar o caminho das vitórias. "Vamos dar seqüência ao nosso trabalho com o professor [Valdir] Espinosa para terminarmos o Campeonato Brasileiro da melhor maneira possível", disse o lateral-direito Wagner Diniz, um dos destaques do Vasco no Brasileiro.   O técnico Valdir Espinosa fará contra o Goiás sua segunda partida à frente do Vasco. Ele espera que o time repita a atuação que teve no empate com o Palmeiras, por 2 a 2, domingo, em São Januário. Para ele, o time cruzmaltino chegou bem ao ataque, marcou com eficiência, mas cometeu algumas falhas individuais, que custaram os três pontos.   Espinosa rasgou elogios ao atacante Leandro Amaral, que já ensaiou um discurso de despedida do clube de São Januário, com quem tem contrato até o fim do ano. O Fluminense já demonstrou interesse na contratação do jogador.

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