Rafael Marchante /Reuters
Rafael Marchante /Reuters

Venda de Pizzi ao Benfica é a 3ª mais cara de Portugal

Negócio custou 14 milhões de euros ao clube português

Estadão Conteúdo

31 de dezembro de 2015 | 16h48

O Benfica anunciou nesta quinta-feira, às vésperas da virada do ano, que exerceu seu direito de compra para adquirir 50% dos direitos econômicos do meia português Pizzi, que defende o clube desde 2013. O negócio, que envolveu 14 milhões de euros, é a terceira mais expressiva compra do futebol português em todos os tempos.

A equipe de Lisboa inicialmente havia desembolsado 6 milhões de euros para ter os direitos federativos de Pizzi, que pertencia ao Espanyol, mas jogava no La Coruña antes de se transferir ao Benfica, em 2013.

Ainda que o meia de 26 anos não seja titular absoluto do Benfica (começou jogando oito partidas do Campeonato Português, ficando outras seis no banco), Pizzi agradou à diretoria lisboeta, que decidiu pagar 8 milhões pelos outros 50% dos direitos econômicos.

Acostumado a mais vender do que comprar, o futebol português tem como recorde de transferência a compra do francês Gianelli Imbula, que custou 20 milhões de euros ao Porto no início desta temporada. Aos 23 anos, o meia natural da Bélgica defendia o Olympique de Marselha.

Até então, o recorde era a compra de Hulk também pelo Porto, em 2008, por totais 19 milhões de euros, junto ao Tokyo Verdy, do Japão. Os grandes clubes português, como têm ações na Bolsa, precisam comunicar os acionistas sobre os valores das transferências.

Só este ano o Porto vendeu Jackson Martínez ao Atlético de Madrid por 35 milhões e Danilo ao Real Madrid por outros 31,5 milhões. Na temporada passada, ganhara 40 milhões com Mangala no Manchester City.

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