Vice colombiano diz que não há risco de perder o Mundial sub-20

BOGOTÁ - O vice-presidente da Colômbia, Angelino Garzón, disse que não há risco de o país perder a sede do Mundial sub-20 de Futebol, após constatar que as diferentes sedes previstas estão fazendo "um esforço muito grande" para cumprir os requisitos.

Efe

18 de setembro de 2010 | 21h26

Garzón fez a declaração depois de se reunir com um grupo de dirigentes civis e esportivos encarregados da organização do evento.

O vice-presidente manteve encontros este sábado com os representantes dos Governos locais de cada uma das cidades que serão subsedes do Mundial e com os presidentes da Federação Colombiana de Futebol, Luis Bedoya, e da Dimayor, Ramón Jesurum.

"Podemos dizer que todos os municípios estão fazendo um esforço muito importante. Bogotá, Medellín, Barranquilla, Cartagena, Pereira, Manizales Arménia e Cali estão trabalhando intensamente e de acordo com o cronograma", afirmou o funcionário.

Segundo seu critério, todos os dirigentes têm o compromisso de entregar as obras de adequação dos estádios em março, como foi acertado com a Fifa.

Uma delegação desse organismo chegará ao país no próximo dia 28 de setembro e estará visitando cada uma das cidades que se preparam para o Mundial até dia 9 de outubro.

Garzón disse se sentir muito otimista e assegurou ao país que existe um compromisso decidido dos Governos locais por conseguir o sucesso do evento, com apoio e coordenação do Governo nacional.

"O propósito da Nação de fazer um Mundial sub-20 é que seja um orgulho para o país por sua organização, e onde também apoiemos nossa seleção de futebol para que tenhamos a melhor representação e inclusive a possibilidade de ser campeões", afirmou o vice-presidente colombiano.

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