Vice-presidentes do Palmeiras pedem afastamento

Edvaldo Frasson e Walter Munhoz alegaram motivos pessoais para a decisão na noite desta quinta-feira

Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

20 de setembro de 2012 | 23h50

SÃO PAULO - O vice-presidente administrativo Edvaldo Frasson e o vice-presidente financeiro Walter Munhoz pediram afastamento da diretoria do Palmeiras na noite desta quinta-feira alegando motivos pessoais. 

Durante 90 dias, ambos não poderão participar das reuniões do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) e das decisões administrativas do clube. Como o mandato deles vão até 31 de dezembro, eles voltam nos últimos dias antes do término da gestão do presidente Arnaldo Tirone.

A saída da dupla abala ainda mais a situação política do presidente, que tenta fazer alianças para se candidatar a reeleição presidencial. A eleição no Palmeiras ocorre em janeiro.

Na terça-feira, enquanto o técnico Gilson Kleina se apresentava para os jogadores, o preparador de goleiros, Carlos Pracidelli, e o preparador físico, Anselmo Sbragia deixavam o clube, já que o novo treinador trouxe sua comissão técnica. 

A reformulação na diretoria e na comissão técnica do Palmeiras é uma desesperada tentativa de fazer o time evitar o rebaixamento para a Série B. Atualmente, o Palmeiras tem 20 pontos e está oito atrás do melhor time fora da zona de rebaixamento.

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