Natacha Pisarenko/ AP - 17/7/2011
Natacha Pisarenko/ AP - 17/7/2011

Vilã da eliminação do Brasil, marca do pênalti passa por reparos em La Plata

Lateral André Santos disse que o gramado afundava na área do pé de apoio durante cobrança

Efe

19 de julho de 2011 | 21h14

LA PLATA - O gramado do estádio Ciudad de La Plata, que recebeu críticas desde o dia da abertura da Copa América por seu mal estado, recebeu reparos, principalmente nas marcas do pênalti, horas antes da partida válida pelas semifinais da Copa América, nesta terça-feira, entre Peru e Uruguai.

O auge da polêmica da má conservação do campo aconteceu no último domingo, quando quatro jogadores da seleção brasileira falharam em suas cobranças de pênalti e culparam o excesso de areia na marca.

Após a realização dos dois primeiros jogos do torneio no estádio, os empates em 1 a 1 entre Argentina e Bolívia e em 0 a 0 entre Brasil e Venezuela, os administradores optaram por trocar o gramado.

Depois disso, o Uruguai venceu o México no local, e a seleção brasileira ficou na igualdade sem gols com os paraguaios e foi derrotada na disputa dos 11 metros por 2 a 0.

O lateral André Santos disse que o gramado afundava na área do pé de apoio e por isso ele e Elano chutaram por cima do travessão. Quando o jogador do Fenerbahçe fez a cobrança, subiram pedaços do gramado e uma nuvem de areia, o que o levou a olhar incrédulo para o chão.

Antes do início do semifinal, a marca de pênalti da qual os atletas brasileiros cometeram os erros foi submetido a trabalhos da manutenção. No entanto, a poucos metros, era possível ver diversas áreas cobertas por areia.

Aparentemente, o problema é que o primeiro estádio coberto da América Latina não deixa passar luz solar suficiente para que o gramado adquira a força necessária.

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