Violência: fitas ajudarão identificação

A Polícia Civil ainda não tem pistas do assassino do palmeirense Diogo Lima Borges, 23 anos, morto domingo durante confronto na estação Tatuapé do Metrô, na Zona Leste da Capital ? e nem do que matou o corintiano Wellington Martins, em Santo Amaro. Ontem, o delegado titular da 5ª Seccional, Luiz Carlos do Carmo, ouviu o depoimento de oito dos 54 torcedores que chegaram a ser detidos pela PM durante a operação. Todos foram liberados. A confusão no Metrô começou às 13h, quando um grupo de 50 palmeirenses da Mancha Alviverde chegou de trem. Na plataforma, foram recebidos por 100 conrintianos ? a maioria da Gaviões da Fiel. Além dos socos e pontapés, houve tiroteio e explosão de bombas. Mais de 20 tiros foram ouvidos pelas testemunhas. Um deles acertou as costas de Borges. Outros quatro torcedores foram feridos e estão internados.A polícia acredita que o tumulto foi flagrado pelas câmeras do Metrô e, possivelmente, da CPTM.Ontem à tarde, as imagens do Metrô estavam sendo analisadas pelo delegado. No entanto, o depoimento dos oito envolvidos não ajudou a identificar o assassino de Borges. ?Não temos as características físicas do autor do crime. Se ele não aparecer nas imanges sacando a arma, será difícil identificá-lo?, explicou o delegado.

Agencia Estado,

18 de outubro de 2005 | 09h41

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