Vitória evita 'dar armas' e faz mistério para jogo decisivo contra a Ponte Preta

Com apenas um ponto de diferença entre as equipes, duelo promete ser decisivo na luta contra o rebaixamento

Estadao Conteudo

26 Novembro 2017 | 09h02

Em duelo que promete ser decisivo na luta contra o rebaixamento, o Vitória desafia a Ponte Preta neste domingo, às 17 horas, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), pela 37.ª rodada do Campeonato Brasileiro, a penúltima da competição, evitando "dar armas" para o adversário.

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E, para isso, Vagner Mancini até admite que fará mudanças, mas não antecipa a escalação. O treinador fechou boa parte dos treinos durante a semana e despistou sobre o time que entrará em campo. Na única atividade feita com os portões abertos, Ramon, Uillian Correia, Fillipe Soutto e José Welison formaram um meio de campo defensivo. O quarteto, contudo, não está confirmado.

"Não posso dar armas ao Eduardo (Baptista, técnico da Ponte Preta), que é um bom treinador", destacou Vagner Mancini. "Decidi, junto com minha equipe, que essa semana seria diferente. Temos um jogo que vale o ano, e vale o ano de 2018, por isso estamos focados no time que vai entrar jogando. Por isso, abri mão de outro tipo de treinamento para focar a parte tática. Dentro disso, tive que fazer alguns ajustes, e estou falando de mudanças de peças para aquele time que pode nos dar mais resultados fora de casa".

O Vitória é o último time fora da zona de rebaixamento com 40 pontos, apenas um na frente da Ponte Preta. E, para o duelo, terá o retorno do volante Willian Farias, afastado desde julho por conta de uma lesão no joelho. Sem ritmo, entretanto, ele deve iniciar no banco de reservas.

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