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Ricardo Arbex / Estadão
Ricardo Arbex / Estadão

‘Você só tem a noção do grande feito quando para de jogar. O título muda seu patamar’, diz Alex

Em depoimento ao 'Estadão', campeão em 1999 relembra conquista da Libertadores com o Palmeiras

Fábio Hecico, especial para o Estadão

29 de janeiro de 2021 | 14h00

O título da Libertadores muda seu patamar na história do futebol. Esse título em 1999 deu a confirmação positiva para minha carreira, a certeza que seria vitoriosa. O Palmeiras é um clube centenário, tem muitas conquistas, 10 Brasileiros, Copas do Brasil, Mundial de 51, Mercosul..., mas o que marcou e sempre é lembrado é o título da Libertadores.

Eu sempre brinco com o César Sampaio que toda vez que chego no Allianz (Parque) para acompanhar um jogo do time a primeira pessoa que eu sempre vejo é ele. No vestiário tem uma foto dele levantando aquela taça. Uma grande honra estarmos eternizados na história do clube.

Naquela campanha do título, por exemplo, o confronto da semifinal com o River Plate foi um divisor de águas para mim. A partir dali ninguém mais contestou meu futebol.

Apesar disso, você só passa a entender o grande feito que é a conquista da Libertadores quando para de jogar. Você está no aeroporto, na praia, viajando, e chega um palmeirense e agradece. Diz que aquela conquista em 1999 foi maravilhosa, dá obrigado por aquele título. É marcante.

Espero que o Palmeiras seja o campeão. Que conquiste o bicampeonato. Mas, para mim, não existe favorito nessa final. Está muito equilibrada. Ainda mais com decisão em jogo único. Vai valer a concentração. Quem se aproveitar melhor dos detalhes vai se sagrar campeão.

Uma pena não ter torcida. Não é legal o estádio vazio, o Maracanã merecia receber torcedores de Palmeiras e Santos, seria fantástico. Futebol é com público. Sem as pessoas ali muda toda atmosfera do jogo. Mas infelizmente é o que temos nesse momento de pandemia.

Alex, ex-jogador, campeão da Libertadores em 1999 com o Palmeiras

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