Walter minimiza protesto da torcida do Corinthians

O goleiro Walter minimizou o protesto pacífico de alguns torcedores da organizada Camisa 12, nesta quinta-feira, mas disse aceitar as cobranças dos corintianos. Para o substituto de Cássio, toda manifestação sem violência é válida.

FÁBIO HECICO, Agência Estado

31 de outubro de 2013 | 19h01

"Se não tem violência, está valendo. Cobrança tem de ter. Todo clube tem cobrança e trabalhamos tranquilos, focados no jogo de domingo", comentou o goleiro, que não chegou a ver o protesto bem-humorado dos torcedores. "Eu acabei não vendo, fiquei sabendo por vocês [jornalistas]".

O que Walter não viu foi a atitude irônica dos torcedores, que levaram garrafas de bebida alcoólica para a frente do CT com a intenção de criticar a suposta falta de comprometimento de alguns jogadores. Os atacantes Romarinho e Alexandre Pato foram os principais alvos das reclamações.

Informado sobre o teor da manifestação, o goleiro preferiu desconversar. "Cada um sabe o que faz fora de campo. Eu sei do meu consciente e só focar no jogo do domingo", disse, referindo-se ao jogo contra o Vitória, em Salvador.

Não é a primeira vez que Walter, em alta com a torcida, é convocado para dar entrevista coletiva no CT após protestos. O goleiro, contudo, diz encarar com tranquilidade a posição de responsabilidade. "Para mim é normal, não tem muito o que pensar, tem de vir aqui e engolir um pouco", disse o jogador.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolCorinthiansWalter

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.