Washington: fui perseguido pelo juiz

Mesmo reconhecendo que o time não foi bem, os palmeirenses reclamaram muito do juiz Clever Assunção Gonçalves. Além de um pênalti de Evandro, que segurou Reinaldo pela camisa aos 41 minutos do segundo tempo, na frente do juiz, o atacante Washington afirmou que foi perseguido. "Ele (o árbitro) foi claro comigo. Disse que na hora certa iria me pegar. Não sei o que ele quis dizer com isso, mas passou o tempo todo me ameaçando. E não marcou nenhuma falta em mim. E olha que eu tomei até cotovelada no rosto do número 3 (Danilo)." Os palmeirenses só esqueceram de dizer que o mesmo juiz anulou um gol do Atlético-PR aos 46 minutos do segundo tempo, alegando impedimento. E de acordo com as imagens da televisão, o atacante Lima estava em posição legal. Reclamações à parte da arbitragem, que também não agradou aos paranaenses, o fato é que o Palmeiras não mereceu a vitória, segundo seus próprios jogadores. Leão justificou o desempenho sofrível dizendo que o Palmeiras não tem um time nota 10. "Não dá para esperar que o Palmeiras se transforme num time nota 10 em 24 horas porque não é um time nota 10." CLÁSSICO - O próximo jogo do Palmeiras será o clássico contra o São Paulo, quinta-feira, no Estádio do Morumbi. O meia Pedrinho, que cumpriu suspensão hoje, volta à equipe. Leão não confirmou se vai manter a formação do time com o "centroavante de ofício". "Temos até quinta-feira para decidir", desconversou o treinador palmeirense.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.